Durante e depois da passeata em prol da defesa dos animais, no dia 22 de janeiro passado (que no caso da cidade de São Paulo, aconteceu na Avenida Paulista), eu fiz vários questionamentos às minhas atitudes. Esses questionamentos sempre surgem com a finalidade de saber os caminhos as serem seguidos ou então caminhos a não mais serem seguidos.
Havia algo faltando nesta colcha de retalhos. Eu me perguntava se era capaz de proteger qualquer animal em qualquer situação! Então no meio dessa crise surgiu um insight!
Depois disso percebi que tenho um novo olhar com relação à animais! Enxergo o TODO! E isso faz a coisa ficar mais fácil, acredite! Mas mais dolorosa para quem protege.
Falo também sobre o manejo do ambiente que implica em tantas coisas. E uma delas que descobri tem a ver com a população humana no planeta, sem controle, e sua forma de viver, se alimentar, morar, se divertir, etc.
Agora me considero protetora do ambiente, dos ecossistemas, da natureza, pois sem ambiente, ou habitat, não haverá animais, não haverá rios e lagos, nem água potável, nem florestas, nem ar puro, pois sabemos que estamos todos interligados, como uma imensa teia (que pra mim é prateada, claro!)
Somos todos UM!
Vou dar exemplos de como somos e estamos:
Local: Serra da Canastra - Minas Gerais - Brasil - Este ambiente inspirou o pintor francês Jean-Baptiste Debret a pintar a Cachoeira Casca D Anta no século XIX. Neste ambiente nasce o Rio São Francisco, um dos rios mais importantes do Brasil, patrimônio da humanidade. E existe um animal que conta com somente 250 indivíduos, pato mergulhão. Como ao redor existem criadores de gado, este bebe água no Rio São Francisco e pisoteia o leito do rio, por ser um animal pesado. Claro que as vacas tem que tomar água! Mas são animais que não pertencem aquele ambiente entende? E claro que a criação de gado não é o único problema mas, ao acessar o link acima você saberá os outros, dentre eles o turismo mal planejado.
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E é tão bonitinha, já inspirou tantos desenhos animados, decoração de festas e quartos de bebês.
O manejo certo a meu ver, seria telas nas janelas a fim de impedir que insetos entrem.
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Obviamente um monte de gado acumulado para os felinos é um grande monte de comida esperando ser caçado. Mas o pior não é isso. O fato desses felinos não conseguirem passar para dentro da cratera de Ngorongoro, seja para caçar as vacas dos Masals ou não, é que dentro da cratera existem leões que estão ameaçados pois não saem dali por causa dos pastores também, fazendo o cruzamento somente entre eles, gerando doenças e enfraquecimento daquela espécie ou raça. Há pouco tempo atrás houve um ataque de moscas matando dezenas desses grandes felinos, por suas deficiencias imunológicas decorrentes do cruzamento entre parentes (observe isso, aliás quando se compra animais de raça, cães, gatos, galinhas, etc, quanto mais pura a raça, mais houve o cruzamento entre os próprios descendentes).



