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terça-feira, 7 de junho de 2011

Descarte de medicamentos e o meio ambiente - Teia Ambiental - blogagem coletiva


foto google imagens

Quer saber como participar? Veja o blog www.publicarparapartilhar.blogspot.com


É inevitável. Ao fim de um tratamento de saúde é comum sobrar medicamentos e aí vem a pergunta: o que fazer com os eles? A resposta é importante. Segundo a Anvisa, só na capital paulistana são vendidos no varejo 170 milhões de produtos farmacêuticos por mês. Faz pouco tempo, remédios vencidos ou em desuso iam parar no lixo comum ou no vaso sanitário, hábito que pode causar a contaminação da água e do solo por substâncias químicas. Mas, desde o final do ano passado, foi inaugurado o programa Descarte Consciente. Aprovado pela Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo, o projeto é criação da Brasil Health Service (BHS), empresa de tecnologia e inovação em saúde, em parceria com a rede Droga Raia e a Medley. Ele já conta com 13 postos de recolhimento de fármacos na cidade de São Paulo. Além disso, as Unidades Básicas de Saúde da Prefeitura de São Paulo também recebem medicações fora de uso. Os pontos de coleta estão em expansão. Na capital, A rede Pão-de-Açúcar e a Drograria São Paulo estão criando seus próprios programas. Fora dela, o Descarte Consciente já tem 3 pontos em Limeira (SP) e, em breve, deve chegar a Belo Horizonte e Porto Alegre. A prefeitura do Rio de Janeiro também foi procurada, mas até agora não manifestou interesse.Todos os postos de recolhimento são equipados com a Ecomed, uma estação coletora de resíduos de medicamento. A estação oferece três compartimentos de depósito: um para pomadas e comprimidos, um para líquidos e sprays e outro para caixas e bulas, que devem ser rasgadas antes do descarte. Os coletores têm aberturas do tipo boca de lobo e portas com fechamento a chave, impedindo a retirada do material depositado. Antes de fazer o descarte, o consumidor registra o tipo do medicamento que deverá depositar por meio do leitor de código de barras da Ecomed, sistema que permite o rastreamento de remédios controlados evitando que esse tipo de medicação seja desviada e revendida ilegalmente.Da Ecomed, o material é levado pelo Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), órgão gerenciador dos serviços prestados na cidade de São Paulo, para a destinação final correta. Medicamentos vencidos e produtos químicos são enviados para usinas de incineração certificadas, enquanto seringas e agulhas são encaminhadas para uma usina de tratamento para serem descontaminadas e, em seguida, são mandadas para aterros especiais.Texto retirado na integra de: http://www.oecocidades.com/2011/03/30/sao-paulo-medicamentos-ganham-programa-descarte-consciente/Ah! Não podemos esquecer dos medicamentos veterinários e medicamentos homeopáticos também. Todos são medicamentos e precisam de descarte adequado.


8 comentários:

Denise disse...

Muito interessante sua postagem. Sempre me preocupei com esse descarte, ainda mais quanto em uma palestra ouvi q quando remédios chegam ao lixão as vezes são tomados indevidamente pelos catadores. Em minha cidade não tem esse tipo de coleta. Seria muito bom q isso se estendesse por todos os lugares. Muita paz!

Lina disse...

Olá, muito bom o seu texto! É uma questão ambiental muito pertinente, cá em Portugal, esta recolha é feita nas farmácias. Normalmente tenho poucos medicamentos em casa, graças a Deus! E procuro usa-los até o fim, normalmente é a recomendação dos médicos.
Óptima participação e assim com esta Teia vamos aprendendo um pouco mais.
Beijinhos verdes

Flora Maria disse...

Ótima participação, e muito útil !
Fico feliz em saber que já existe essa preocupação.

Em uma época da minha vida, e tendo alguns remédios em casa - ainda válidos - procurei um médico que morava no meu bairro e que ajudava muito as pessoas, e perguntei-lhe se aceitava aqueles remédios. Ele disse que sim e eu fiquei muito feliz por poder ajudar e livrar-me de algo que já não teria utilidade para mim.
Naquele tempo ainda não se falava dos problemas da contaminação.

Esse também é um caminho para os remédios com validade.

É muito bom contar com sua participação na nossa Teia Ambiental !
Beijo

Elaine Figueira disse...

Oi meninas, obrigada pela visita.

Flora Maria. Costumo doar os medicamentos que sobram daquele tratamento, seja de animais ou de pessoas. De pessoas levo ao canil municipal e quase sempre aproveitam todos quase imediatamente, principalmente antibióticos.

Mas os homeopáticos quase nunca aproveito, sobram restinhos, e fica dificil jogar no vaso sanitário.

Obrigada e abraços,

Elaine

" ESSÊNCIA ESTELAR MAYA " disse...

Elaine querida,

Mil perdões por estar chegando hoje em sua postagem da nossa querida Teia.
O tempo está parecendo curto demaaaais, quando sento no computador já tenho que sair rapidamente para fazer outras coisas....

Nossa Teia é Fantástica!
Te juro que não estava sabendo deste programa de descarte de medicamentos.
Mas precisa se estender para todo Brasil, não é?
Pelo jeito aqui em Goiânia (como sempre) deverá demorar para chegar este programa.
Aqui está tudo muito atrasado.
O uso de sacolas plásticas é uma festa, para comprar pão e até um parafuso o pessoal "soca" em sacola plástica.
Podem falar de todos os problemas que existe em São Paulo, mas, tudo que é bom, útil e importante começa lá (apenas falta mais vontade política para determinados assuntos).
Excelente sua postagem e muito informativa, adorei!!!

Um grande beijo em seu coração!!!

RUTE disse...

Oi Elaine,
só vim agora menina.
Meu tempo encolheu nestas 2 semanas.

Bom tema esse que vc escolheu.
Uso poucos medicamentos mas quando terminam prazo sempre entrego eles na Farmácia.
As Farmácias portuguesa fazem a recolha para a reciclagem.

A nossa Teia está ficando muito diversificada. Quanta coisa em que pensar e cuidar hein!
Beijinhos,
Rute

aprendereorganizar disse...

Os que sobram cá em casa vão sempr parar á farmácia:)

Elaine Figueira disse...

Bom dia a todos. O que importa é que sempre temos uma forma boa e ecologica para descarte não é mesmo?

Serão sempre bem vindos ao lar,não importa a hora ou dia.

Abraços e boa semana,

Elaine